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Um bom texto para quem quer desvendar um mistério no melhor estilo “quem nasceu primeiro”. Procurando jogar um pouco de luz nesta procura o professor Felipe Pena deixa claro sua posição, concordando com a corrente de pensamento que coloca a origem do jornalismo dentre os relatos orais da pré-história.

 

Para tanto Pena conta com estudos já publicados e afirma “os relatos orais são a primeira grande mídia da humanidade”. Ao final do artigo remonta uma espécie de linha do tempo do jornalismo produzido por Ciro Marcondes Filho, publicado no livro Comunicação e Jornalismo: a saga dos cães perdidos, que é divida em 5 fases: Pré-história do Jornalismo (1631-1789), Primeiro Jornalismo (1789-183), Segundo Jornalismo (1830-1900), Terceiro Jornalismo (1990-1960 e Quarto Jornalismo (de 1960 em diante)

 

Assim como o texto o site do professor Felipe Pena é excelente. Tem muitos textos produzidos pelo professor e resenha dos livros publicados por Pena.

 

O link pra o texto é http://www.felipepena.com/bloggus/origens.html. Não deixe de conferir e comentar.

 

Interessante artigo sobre o Novo Jornalismo no Brasil, tendo como base a revista Realidade. Conta resumidamente a trajetória da revista e sua posição em relação o New Journalism norte-americano.

 

Outro ponto destacável é o relato de José Hamilton Ribeiro, um dos fundadores da revista, sobre a mesma, além de também trazer uma biografia da carreira desta brilhante repórter.

 

O link pra o texto é www.paralelos.org/out03/000146.html .Não deixe de conferir e comentar.

Um texto clássico! O que pode ser considerado uma definição até pomposa para um texto que trata de um gênero menor, mas todos que um dia tiveram que pesquisar sobre a crônica hão de concordar comigo.

Dando graças por não ser a crônica um gênero maior, Antônio Cândido, aponta as principais características do gênero, frisando sua relação com seu meio de publicação e o caminho que o leva até a literatura.

Particularmente, considero este texto um dos mais agradáveis como fonte de pesquisa, pois não parece, à primeira leitura, um artigo técnico e sim uma consideração pessoal sobre gênero, e por isso mesmo um texto original, quase sem referências à textos anteriores, o que torna o conteúdo muito mais atraente.

Vale lembrar que este artigo abre o quinto volume da série Para gostar de ler crônicas, Editora Ática, que é destinada aos estudantes do ensino médio, e serve como suporte para o estudo dos textos. O que vale também, é ler as crônicas que compõem o volume e se deleitar com a poesia em prosa de Carlos Drummond de Andrade, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Rubem Braga. 

É por essas e por muitas mais explicações sobre o “gênero menor” que o texto de Cândido tornou-se um clássico e leitura obrigatória para qualquer um que deseja estudar sobre o assunto.

 

 

 

 

A paixão pela palavra sempre move escritores, jornalistas, professores e estudantes de comunicação e letras, a refletir como jornalismo e literatura se encontram, se fundem e muitas vezes nos confundem quando se tornam um, como por exemplo em uma crônica, e depois se negam como se nunca tivessem habitado no mesmo texto.

Fui invadida por essa paixão diante de uma obrigação: o famigerado Trabalho de Conclusão de Curso, vulgo TCC. Para obter o tão sonhado e suado título de Bacharel em Comunicação Social trabalhei as crônicas de Rubem Braga, buscando nelas pistas que me levassem a descobrir um “capixabismo” em seus textos. Para chegar ao clímax da monografia foi obrigatório o entendimento do gênero textual crônica e relação jornalismo x literatura.

A pesquisa para o TCC mostrou-me inúmeras possibilidades e caminhos a que essa paixão pode levar. Levou-me também a descobrir materiais incríveis, e como traças não entendem nada de jornalismo e de literatura, criei este espaço para armazenar textos, artigos e o que mais possa interessar sobre a relação jornalismo e literatura, com foco especial sobre o estilo Crônica, que não está “nem lá, nem cá”, mas sim pairando sobre ambos.

O que vai ser publicado aqui não são necessariamente os textos, já que temos que respeitar os direitos autorais, mas sim uma resenha sobre os mesmos e a indicação de onde encontrá-los, seja num livro ou site.

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